Olha Isso!!!

sábado, 11 de abril de 2009

Familiares enterram vítimas de terremoto na Itália


O cemitério da cidade italiana de Áquila, cidade italiana mais atingida pelo terremoto de segunda-feira passada (6), recebeu nesta sexta-feira os primeiros caixões após funerais de Estado pelas 289 vítimas. O premiê italiano, Silvio Berlusconi, participou da cerimônia e pediu aos milhares de familiares e moradores da região de Abruzzo que mantenham "clima de união"."Diante de um acontecimento como este, não apenas pe necessário, mas indispensável, um clima de união", disse Berlusconi, que visitou, logo após o funeral, a sala de controle da Agência de Proteção Civil.






O cemitério de Áquila, capital de Abruzzo, receberá 150 dos mais de 200 caixões expostos nesta sexta-feira no funeral, entre eles, 20 caixões brancos de crianças.O primeiro corpo a chegar ao cemitério local foi o de Rosa Antonini, a frente do interminável cortejo de carros fúnebres que percorre as ruas de Áquila após a realização do funeral de Estado na Praça de Armas da Escola da Guarda de Finanças.
Mulher chora por familiar que morreu no terremoto que atingiu a região de Abruzzo, no centro da Itália
Os caixões das vítimas foram levados nos ombros por membros das forças de segurança e das equipes de resgate italianos até os carros que os conduziram por uma cidade que nesta sexta-feira chora a tragédia causada pelo terremoto do dia 6 e as mais de 500 réplicas --tremores secundários de intensidade menor que ocorrem depois de terremotos-- que atingiram a região, destruíram cerca de 10 mil edificações e deixou milhares de desabrigados.
O funeral de Estado foi presidido pelo secretário de Estado vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone, e dele participaram os máximos representantes das instituições italianas, entre eles o presidente da República, Giorgio Napolitano, e Berlusconi.
"Digo a vocês, como pai, que entendo a dor que isto pode representar", disse o premiê, que classificou a tragédia como "terrível, angustiante e lancinante".
Papa
A cerimônia do funeral começou em Áquila, cidade mais devastada pelo terremoto e pelos mais de 500 tremores seguintes, com a leitura de uma mensagem do papa Bento 16 lida pelo seu secretário pessoal, Georg Gaenswein.
O papa, que, na mensagem disse se juntar "ao luto dos que choram" por seus próximos, deve visitar a região após as celebrações da Páscoa neste fim de semana.
Bento 16 rezou pela "cura rápida dos feridos", cerca de 1.500, segundo dados do governo italiano, enquanto as pessoas próximas às vítimas, em prantos, com as mãos sobre a cabeça, escutavam a mensagem lida por Gänswein.
"Eu me sinto espiritualmente próximo de vocês para dividir esta angústia e pedir a Deus pelo descanso eterno" dos desaparecidos, acrescentou o papa.
O número dois do Vaticano, o secretário de Estado, Tarsicio Bertone, que oficia a cerimônia junto ao arcebispo de Abruzzo, Guisseppe Molinari, realizou a homilia diante de milhares de familiares das vítimas e moradores da região, que teve cerca de 10 mil edificações danificadas pelos tremores.
"Nos inclinamos perante o enigma indecifrável mas é também uma ocasião preciosa para entender qual é o valor e o significado da vida".

Com agências internacionais
NomeOrigem("BOL - FolhaOnline - Mundo");

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Terremoto na Itália



O número de mortes causadas pelo terremoto que atingiu na madrugada da última segunda-feira a região de Abruzzo, no centro da Itália, chegou a 281, segundo informaram policiais locais.

Ainda nesta quinta-feira, 09, o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, confirmou que o número de vítimas fatais havia aumentado para 279, sendo que 20 mortos são crianças com idade inferior a 16 anos.

Em entrevista coletiva concedida no Palácio Chigi, sede do governo italiano, o premier acrescentou que os novos tremores na região têm "dificultado os trabalhos de resgate".

"Ocorreram 65 [novos tremores] entre a meia-noite e as 7h16 da manhã", contou Berlusconi, explicando ter acionado "mais de 600 homens" das forças da ordem para impedir a ação de saqueadores que estão atuando na região, já que muitos imóveis foram evacuados.


Segundo o primeiro-ministro, já foram atendidas pelas equipes de socorro mais de 20 mil pessoas, das quais 10 mil estão alojadas em hotéis na costa de Abruzzo.

O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, visitou nesta quinta-feira as cidades de L'Aquila (capital da região e epicentro do tremor) e Onna e o acampamento de San Demetrio, onde foram fixadas as tendas para atender os desabrigados, que são cerca de 28 mil.

O terremoto ocorreu às 3h32 de segunda-feira (22h32 de domingo, no horário de Brasília) e atingiu 5,8 graus na escala Richter. (ANSA)


Fonte: ANSA.it
Encontrado em: http://www.portalitalia.com.br/noticias/noticias.asp?idnot=10362&tema=I

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Kiss empolga fãs paulistanos com show pirotécnico


PEDRO CARVALHO

Colaboração para o UOL


Após uma espera de 10 anos, o exército de fãs paulistanos do Kiss teve a chance de rever a banda norte-americana de hard rock no show que aconteceu na noite desta terça-feira (7), na Arena Anhembi, em São Paulo e recebeu um público de cerca de 38 mil pessoas. Com um repertório baseado no álbum ao vivo "Alive!" (1975, acrescido de sucessos da fase mais significativa da obra do Kiss, entre 1974 e 1983, o show foi marcado tanto pelos elaborados efeitos visuais -como explosões de fogo e membros da banda "voando" com a ajuda de cabos - quanto pela participação intensa da platéia, que cantou junto do começo ao fim do espetáculo.

Foto Lucas Lima UOL

Gene Simmons e Paul Stanley, durante show do Kiss em São Paulo ( 07 / 04 /2009 )

A partir das 20h o público que chegava ao local pôde ver a banda de hard rock paulistana Dr. Sin. Pouco inspirado, ainda que tecnicamente competente, o show de abertura só conseguiu animar os presentes na última música, "Futebol, Mulher e Rock and Roll".

Eis que, às 21h35, uma gigantesca bandeira do Kiss cobriu a visão do palco e o público, ansioso, vibrou ao ouvir os primeiros acordes de "Deuce", que emendada com "Strutter" (ambas do primeiro álbum, "Kiss", de 1974) fez o Anhembi vir abaixo. Tudo isso, é claro, com a ajuda nada discreta das explosões de fogo no palco, cujo ruído complementava as baquetadas poderosas do baterista Eric Singer.

O repertório da maior parte do show, calcado nos primórdios da carreira da banda, foi feito para funcionar melhor com fãs de carteirinha do que com apreciadores mais casuais. Surpreendentemente, isso não fez diferença e mesmo faixas menos celebradas, como "Parasite" e "100.000 Years" foram recebidas com entusiasmo.

Outro ponto positivo foi o entrosamento da formação atual. Além do carisma e presença de palco invejáveis dos membros fundadores Gene Simmons (baixo e vocal) e Paul Stanley (guitarra e vocal), o Kiss conta com o baterista Eric Singer e o guitarrista Tommy Thayer.

Singer, talvez o melhor baterista da história da banda, tecnicamente falando, realizou a proeza de fazer um solo de bateria razoavelmente longo sem entediar o público. Já Thayer, que aprendeu seu ofício tocando numa banda cover do Kiss, conseguiu ao mesmo tempo emular com perfeição o guitarrista original Ace Frehley e deixar, com elegância e discrição, sua marca pessoal nos arranjos.

Depois de uma hora e meia de música, a primeira parte do show terminou às 23h05 com "Rock and Roll All Nite", de longe o ponto alto até ali. Foi o prenúncio do que viria a seguir: um bis feito apenas de clássicos.

Apesar de mais curto, este segundo ato foi a parte mais animada da apresentação. Depois de um breve intervalo, os integrantes do Kiss voltaram ao palco com a bandeira do Brasil nas mãos para agradecer ao "Kiss Army" de São Paulo. Seguiram então com uma seqüência de sucessos como poucas bandas podem se dar o luxo de emendar.

Entre temas imortais do rock pauleira como "Shout it Out Loud" e "I Love it Loud", o público paulistano vibrou até mesmo com a polêmica "I Was Made For Lovin' You", que ao ser lançada em 1979 foi amaldiçoada pelos fãs mais radicais por sua batida disco.

A banda também aproveitou este momento para exibir mais efeitos especiais. Se Gene Simmons, que após cuspir sangue falso "levitou" para cima dos refletores com o auxílio de cabos de aço, Paul Stanley usou o mesmo artifício para "voar" sobre o público em "Love Gun".

Até que o São Paulo se despediu da banda às 23h45, após "Detroit Rock City" ser entoada em uníssono pelos 38 mil presentes. Com repertório bem escolhido, execução perfeita e efeitos especiais impressionantes, o Kiss mostrou mais uma vez que sabe fazer valer cada centavo gasto pelos fãs e que, mesmo carregando mais de três décadas e meia nas costas, continua definindo o que um show de rock deve significar com sua mistura de decibéis e diversão despretensiosa.

SETLIST:

"Deuce"

"Strutter"

"Got to Choose"

"Hotter Than Hell"

"Nothin' to Lose"

"C'mon and Love Me"

"Parasite"

"She"

"Watchin' You"

"100,000 Years"

"Cold Gin"

"Let Me Go, Rock 'n' Roll"

"Black Diamond"

"Rock and Roll All Nite"

BIS:

"Shout It Out Loud"

"Lick It Up"

"I Love It Loud"

"I Was Made for Lovin' You"

"Love Gun"

"Detroit Rock City"

do UOL Musica

VEJA FOTOS DO KISS EM SÃO PAULO
OUÇA KISS NA RÁDIO UOL
LETRAS DO KISS

Encontrado em: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2009/04/08/ult89u10515.jhtm





sábado, 4 de abril de 2009

A Polêmica das Embalagens de DVDs


O mercado de DVD no Brasil, desde seu início, testemunha o descaso das distribuidoras com os consumidores. São filmes e séries mutilados em seu formato de imagem original widescreen, lançados aqui em fullscreen; áudio original multicanal disponibilizado apenas como estéreo; extras e comentários em áudio eliminados ou sem legendas em português; embalagens inferiores, e que não mantêm um padrão regular em coleções e séries; e a lista prossegue. E é em relação a embalagens que temos a mais recente “novidade” do mercado, que vem provocando polêmica entre colecionadores de DVD. Recentemente a Fox anunciou que abandonou a tradicional embalagem conhecida como Amaray (15mm de largura), trocando-a por uma versão mais fina dela – a Amaray Slim (7mm de largura). Segundo a distribuidora, as vantagens principais da nova embalagem seriam:
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- Redução no tamanho do produto;
- Economicidade (de espaço);
- Maior proteção ao produto;
- Praticidade;
- Modernidade;
- Beleza.
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Dentre elas, as 2 últimas não merecem maior consideração, afinal vêm (desculpem o trocadilho) embaladas numa alta dose de subjetividade. Redução de tamanho, isso é indiscutível – por possuir menos que a metade da largura de um estojo comum, o Amaray Slim proporciona uma significativa economia no espaço de armazenamento, seja na distribuidora, em lojas e locadoras, como na própria estante do colecionador. Já no que se refere à maior proteção do produto, tenho sérias dúvidas. Já conhecia a Amaray Slim antes do seu lançamento no Brasil, uma vez que ela era utilizada em alguns boxes da MGM/Fox que vinha importando dos EUA há uns 2 anos. Notei que elas tendem a soltar os DVDs bem mais do que a Amaray comum, principalmente na versão que comporta 2 discos (ainda inédita aqui). Por sorte até hoje não tive problemas de danos aos discos por causa disso, exceto alguns pequenos riscos que não comprometeram a reprodução. Mas é inegável o potencial para que ocorram problemas mais graves. Até porque, num box, as finas embalagens vêm agrupadas e protegidas por uma luva de cartolina, o que dá maior proteção ao produto. Mas por sua finura, a Amaray Slim, isolada, pode ser dobrada ou deformada com mais facilidade, soltando o DVD e aumentando o risco de danos no transporte. Isso sem falar na dificuldade que é ler o nome do filme em sua fina lombada!

No seu release, a Fox também fornece algumas informações de caráter duvidoso, como o fato de que a Amaray Slim foi “desenvolvida pela Fox Home Brasil e é inédita no mundo”. Como já disse, há tempos vinha importando boxes R1 que traziam estas embalagens, portanto de inédita ela não tem nada. Aliás, a própria Paramount do Brasil, antes da Fox, já começara a lançar DVDs para locação na embalagem fina. Sem falar nos nossos conhecidos DVDs “genéricos”, que há muito utilizam a mesma embalagem. A própria Fox no Brasil já vinha substituindo as embalagens Digipack ou Amaray de seus boxes pela Amaray Slim. Além disso, a Fox cita uma “ampla pesquisa junto aos consumidores”, que como ela própria informa, consistiu em algumas dezenas de pessoas do Rio e São Paulo que compraram pelo menos 3 DVDs em 2007. Mas contraditoriamente, a maioria esmagadora de colecionadores, que discutem o assunto na internet, reprovou a atitude da distribuidora – de modo similar ao protesto surgido quando o canal pago da Fox passou a transmitir apenas séries e filmes dublados. Na verdade, o que está por trás da estratégia da Fox é mais uma tentativa da distribuidora em diminuir seus custos de fabricação, lançamento e distribuição de DVDs aqui no Brasil. A mesma Fox que, há alguns anos, foi a pioneira em criar janelas entre os lançamentos de DVDs para locação e venda direta, com os de locação custando o triplo do preço dos mesmos títulos, lançados três meses após para venda ao consumidor e via de regra bem melhor acabados, com a inclusão de extras. A pergunta que não quer calar: a adoção de uma embalagem inferior, portanto mais barata, resultará na redução do preço de venda do produto? Acredito que qualquer empresa tem o direito de reduzir despesas e aumentar receitas, porém quando isto resulta num claro prejuízo à qualidade do produto e, portanto, gerando insatisfação no consumidor, isso deve ser debatido.

Agora o país está entrando na era do DVD de alta definição, com os primeiros lançamentos em Blu-ray feitos por Sony, Disney, Warner e a própria Fox. A superioridade da qualidade de som e imagem em relação ao nosso velho DVD é notável, porém no novo formato vemos a repetição de velhos problemas, como o lançamento de filmes sem extras e, quando eles estão presentes, sem legendas em português. E no caso da Fox, pior ainda – nem o próprio filme possui legendas ou áudio em português, já que a distribuidora simplesmente está importando o produto norte-americano. No entanto, quanto à embalagem dos novos discos Blu-ray... ela é sim um pouco mais compacta que uma Amaray comum – porém apenas na altura, na largura ela possui a mesma medida (ver foto comparativa abaixo). Acho que isso tem algum significado relevante...
Compare as embalagens: Amaray (embaixo) Amaray Slim (no meio) e Blu-ray (acima)

EMBALAGENS
Se você acompanha minhas resenhas de DVDs, deve ter notado que na maioria das vezes cito o tipo de embalagem utilizada, porque acredito ser este um item de relevância para o colecionador. Para uma melhor compreensão deste artigo, abaixo listo as principais tipos de embalagens de DVDs utilizadas no Brasil;

Amaray – É a embalagem mais tradicional, usada desde o lançamento do formato pela maioria das distribuidoras. Nos primeiros anos apenas a Warner utilizava um estojo diferente, de cartolina com suportes de plástico; porém acabou substituindo-o pela Amaray, normalmente feita de plástico preto ou transparente, com a capa de papel embutida de modo similar à das velhas fitas VHS. Em seu interior, além do DVD preso em um encaixe situado na bandeja direita, pode vir um encarte de papel com a relação dos capítulos do DVD, fotos e outras informações. Infelizmente, a redução de custos de fabricação praticamente eliminou os encartes de DVD no Brasil.



Amaray Dupla ou Tripla – É o mesmo estojo acima, com uma bandeja central adicional onde pode ser acondicionado mais 1 (ou 2) DVDs. É amplamente utilizado nos lançamentos duplos, porém o encaixe do disco em algumas bandejas centrais pode provocar rachaduras no DVD a partir do seu orifício. O ideal é, com um estilete, cortar o miolo do encaixe para diminuir a pressão no disco.



Amaray Slim – Sem ser tão revolucionária como a Fox apregoa, não passa de uma versão fina da tradicional Amaray, em plástico transparente, já bem descrita no artigo. Nos EUA já há estojos deste tipo para 2 DVDs - boxes de 6 discos utilizando 3 Amaray Slims são consideravelmente mais finos que os normais. Os colecionadores reclamam que, a partir de agora, terão de pagar caro por DVDs legítimos que se parecerão com DVDs piratas. Sem maiores comentários...




Em breve por aqui? Amaray Slim para 2 DVDs


Scanavo – Não sei se esse estojo é uma invenção brasileira, mas se não é, pelo menos parece. Nele, que por fora parece um Amaray comum, as distribuidoras conseguem enfiar 4 DVDs. Em cada uma das 2 bandejas da embalagem há 2 encaixes, o que faz com que parte de um disco fique sobre o outro, o que complica sua retirada e colocação.

Digipack – Surgiu nas edições especiais de CDs, e posteriormente se consagrou nos melhores boxes de DVDs. É uma embalagem de cartolina que, envolta em uma luva grossa, é desdobrada para revelar os DVDs, presos em suportes de plástico transparentes. Os primeiros boxes Digipack lançados no Brasil foram os de Arquivo X, pela própria Fox - porém os suportes plásticos dos discos eram quebradiços e se descolavam da cartolina. Como resultado, discos soltos. O problema foi corrigido, e a embalagem Digipack de boa qualidade ainda hoje é a preferida pelos colecionadores para boxes, ou lançamentos duplos exemplares como o de Piratas do Caribe: O Baú da Morte. É o tipo de embalagem usada nos boxes mais caprichados, como os das edições estendidas da trilogia O Senhor dos Anéis, inéditas no Brasil.




Digistack – Vindo logo em seguida na preferência dos colecionadores, neste tipo de embalagem os discos estão em suportes plásticos unidos, que se abrem como as folhas de um livro, envoltos em uma luva de cartolina.


Ainda há outros tipos de embalagens, mas tratam-se de variações das acima ou são totalmente personalizadas, normalmente utilizadas em edições limitadas.


Jorge Saldanha
PALAVRA DO EDITOR

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